entre sonhos loucos que me fazem virar o corpo e a noite
eu descubro pessoas que antes nunca foram realmente minhas
não são, mas procuro uma maneira de se tornarem. (mentalmente)
me fazem sorrir como eu nunca quis antes
me fazem ver o que há segundos atrás era o nada
me deixam ser por alguns segundos o que quisera ser
o tudo
o seu
o nosso
e
como um vulcão segurando-se para não transbordar
eu me escondo para não transparecer
tento fugir do novo
tentando me libertar do velho
como uma criança na noite de natal
esperando e desejando ansiosa o interior do pacote
me deparo com você e mais ninguém
(as pessoas desapareceram junto ao pôr-do-sol)
esquecendo do passado e do futuro
você
é o meu melhor presente.
16 novembro, 2009
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