é como se fosse um filme rodando capítulos inéditos na mente que nunca quis ver. eu queria um flashback, mas só pra poder apagar todas essas coisas que rodaram até aqui. vocês chegaram e mostraram um lado que talvez nunca existiu. um lado que sumiu nos tiros espalhados pelos pratos e espelhos. um lado que se apagou no olhar de quem não pode enxergar.
mas eu vi, e talvez pensei que fosse real. poderia até ter sido, porém a realidade é concreta, e isso eu não consegui tocar. muito menos segurar.
como pode jogar tudo pro alto de maneira tão intensa e tão assutadora?
não sei se encaixa em terror ou em suspense. só sei que o drama, nessa estória, é o conceito principal.
então, me dê as verdades, mas sem expor demais.
a vida é sua, como um quadro no museu. eu vejo detalhes, vejo o movimento, vejo as formas, mas não posso mudar. muito menos adaptar em mim.
carrego na pele as marcas de algo que um dia trouxe felicidade. sobraram espaços vazios para preencher. só que dessa vez, o medo toma o lugar da tinta e vai completando as formas que hoje não me pertencem mais.
agora é isso, vai que a vida chama lá fora.
tente ver que o que é seu vem de dentro, sem pressa e sem demora.
a estória acaba aqui, fim de cena no fim da noite.
os gritos continuam nas paredes, mas é só pra lembrar que a dor fica e que sentirei a ausência do que um dia já foi.
e se foi...
...foi mentira.
15 junho, 2010
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2 comentários:
Agora é hora de iniciar outro filme, é assim que funciona, um acaba e começa outro..tenta dessa vez ser de comedia, rir faz bem.haha
agora vc pode começar a me ler tbm...
Adorei almoçar com vcs hj!
s2
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