faz da fossa a bossa amiga
até antes anti antiga
a luz denota
a nota calada
anoto a batida
que se esquece
só (não) se toca
nas noites
nos dias
no mar
drogado
entre o gosto
do perigo
faz silêncio
dá um grito
se eu ecoo
o que eu sinto
o choro é mudo
o mundo é surdo
te faço ataque
condução
da caixa
ao coro-a-ção
/o repique
é o retoque
que
não solta da minha
mão/
a repressão comprime
retocar
o tempo
é ir de letra
em letra
palavra
resto
tema
rima
roda
momento
regime
todo
fragmento
em poesia
porosa
prosada
gostosa
(eu tento)
soul
criança
homem
mulher
menina
bicho
teu (uni)verso
sempre foi
o vento
a vida
a dança
o peito
o ninho
passado
futuro
infância
poucos sabem
mas eu sei,
a única arte maior
sempre foi
a esperança
em
nós
& neles
(talvez?)
31 março, 2015
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